sábado, 21 de maio de 2016

O presidente da câmara Jean Serpa participou do projeto “Orientar para Prevenir” e da campanha “Preservando o Patrimônio Público”.

O presidente da Câmara Municipal de Uruburetama Jean Serpa e funcionários estiveram nesta quinta-feira (05/05) no encontro “Mais capacidades” promovidos pelo Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Ceará (TCM), A iniciativa pretende envolver todos os municípios do Estado com 10 encontros regionais para a realização do Projeto “Orientar para Prevenir” e da campanha “Preservando o Patrimônio Público”.

O Projeto “Orientar para Prevenir” promoverá capacitações sobre atos de gestão voltados para a transição governamental no intuito de indicar obrigações legais e procedimentos administrativos a serem cumpridos em possíveis mudanças administrativas nos Poderes Executivo e Legislativo pós-eleições municipais.

terça-feira, 3 de maio de 2016

18/03/2016 18h26 - Atualizado em 18/03/2016 18h35

Uruguai, Bolívia, Venezuela e Equador manifestam apoio a Dilma e Lula

Presidentes e chanceleres dos 4 países deram declarações sobre o Brasil.
Argentina declarou 'apoio institucional' e negou críticas de 'apoio frio'.

Do G1, em São Paulo
O presidente da Bolívia, Evo Morales, fala em conferência em La Paz nesta segunda-feira (30) (Foto: Aizar Raldes/AFP)O presidente da Bolívia, Evo Morales, foi um dos que declararam apoio a Dilma e a Lula (Foto: Aizar Raldes/AFP)
Os governos do Uruguai, da Bolívia e da Venezuela manifestaram nesta sexta-feira (18) apoio à presidente Dilma Rousseff em meio à crise política que abala seu segundo mandato.
Em um comunicado, a chancelaria uruguaia manifestou "seu total respaldo à presidente Dilma Rousseff". "Fiel defensor do princípio de não intervenção nos assuntos internos de outros Estados, mas ao mesmo tempo respeitoso do Estado de Direito e dos valores democráticos, o Uruguai confia que as diferenças internas existentes no Brasil serão resolvidas no marco do regime democrático", afirma o comunicado, reproduzido pela agência EFE.
O comunicado "encoraja os diferentes atores envolvidos a atuar responsavelmente e com lealdade institucional" para que o Brasil supere em breve a situação que vive.
O comunicado do Uruguai também informa que o país, em sua qualidade de presidente temporário da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e do Mercosul, se encontra coordenando com os demais Estados-membros uma expressão regional de respaldo à presidente brasileira e a suas instituições.
Bolívia
O presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou mais cedo que a direita brasileira quer dar um golpe na presidente Dilma Rousseff e "castigar" o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que não volte à presidência.
"A direita no Brasil quer voltar por meio de um golpe no Congresso e um golpe judicial para castigar o Partido dos Trabalhadores, o partido do companheiro Lula, e para tirar e julgar a companheira Dilma", disse Morales em reunião com mineiros no povoado de Colquiri, no oeste da Bolívia.
O governante acrescentou que a "direita sul-americana e a direita americana" querem "castigar" Lula para que um dirigente sindical nunca mais volte a ser presidente.
"Como já não podem aplicar ditaduras militares, agora usam os instrumentos da democracia ocidental para tirar Dilma do governo e processá-la, e inabilitar Lula para que não volte a ser presidente, um operário como vocês, irmãos mineiros", ressaltou.
Equador
O presidente do Equador, Rafael Correa, garantiu nesta sexta-feira que a crise política do Brasil faz parte de um "novo plano Condor" contra os governos progressistas da região.
"Você acha que isso é casualidade? É o novo plano Condor (aplicado na década dos 70 pelas ditaduras militares do Cone Sul para coordenar o extermínio de opositores) contra os governos progressistas", declarou o mandatário em uma entrevista na rede televisão oficial.
"Já não se precisa mais de ditaduras militares, se precisa de juízes submissos, se precisa de uma imprensa corrupta que inclusive se atreva a publicar conversas privadas, o que é absolutamente ilegal", acrescentou.
Venezuela
Na quinta-feira, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, já havia manifestado apoio a Dilma e Lula, chamando a crise política no Brasil de "golpe de estado midiático e judicial".
"Há um golpe de estado midiático e judicial contra a presidente Dilma Rousseff e contra Lula da Silva, líder do Brasil e da nossa América", disse Maduro de forma enérgica no Palácio de Miraflores.
Maduro revelou ter "falado com vários presidentes latino-americanos", que "estão muito preocupados" com a situação no Brasil.
'Apoio frio'
Na Argentina, a chanceler Susana Malcorra disse que "há um apoio institucional" do governo Macri e pediu que a crise seja enfrentada através de "um mecanismo democrático". Em declaração à rádio local Belgrano, Malcorra negou que a Argentina tenha dado um apoio "frio" à presidente Dilma Rousseff. "Não, não há [um apoio frio], há um apoio institucional", declarou.
"As instituições têm que resolver os problemas através dos canais institucionais. (Dilma) Rousseff foi eleita por um mecanismo democrático e só um mecanismo democrático, institucional, pode mudar isso", acrescentou.
Malcorra reafirmou que a Unasul busca uma posição conjunta em relação à crise brasileira. "Trabalhamos com nossos colegas da Unasul para fixar uma posição como bloco", adiantou.
O chefe de Gabinete de Macri, Marcos Peña, foi ainda mais moderado, dizendo que a Argentina não interferirá na crise brasileira. "Olhamos com preocupação o que está acontecendo no Brasil. O Brasil é um parceiro estratégico, olhamos com interesse o que está acontecendo, mas com respeito porque é um processo que eles que tem que definir", disse.
Em Santiago, a chancelaria chilena informou à AFP que não formulará declaração sobre a crise no Brasil e que não se envolve nos problemas internos de terceiros países. fonte;g1.com

Astrônomos descobrem planetas 'potencialmente habitáveis' em órbita de estrela anã fria

  • 2 maio 2016
Image copyrightESOM. Kornmesser
Astrônomos do ESO (Observatório Europeu do Sul) localizaram três planetas potencialmente habitáveis a apenas 40 anos-luz da Terra.
Os planetas têm tamanhos e temperaturas semelhantes aos de Vênus e da Terra e, de acordo com os astrônomos, são a melhor aposta na busca por vida fora do Sistema Solar. Os planetas orbitam uma estrela anã muito fria - são os primeiros planetas descobertos em torno de uma estrela tão pequena e de brilho tão fraco.
A pesquisa, liderada por Michaël Gillon, do Instituto de Astrofísica e Geofísica da Universidade de Liège, na Bélgica, foi publicada na edição desta segunda-feira da revista científica Nature.
Os astrônomos suspeitaram da existência de planetas no entorno da estrela, quando, usando o telescópio robótico TRAPPIST, de La Silla, no Chile - operado de uma sala de controle na Universidade de Liège, na Bélgica -, perceberam que a luz da estrela diminuía um pouco em intervalos regulares, indicando que havia objetos passando entre a estrela e a Terra.
Após outras observações feitas com o supertelescópio VLT, também no Chile, os astrônomos descobriram que a estrela anã, rebatizada de Trappist-1, é muito mais gelada e vermelha que o Sol, porém pequena, um pouco maior do que Júpiter.
Eles descobriram também que os planetas que orbitam a Trappist-1 são de tamanhos parecidos aos da Terra. A órbita de dois deles é de 1,5 dia e 2,4 dias, respectivamente. Já o terceiro planeta tem um órbita menos constante, que varia de 4,5 a 7,3 dias.
"Com tempos de órbitas tão curtos, eles estão entre 20 e 100 vezes mais perto da estrela do que a Terra do Sol. A estrutura deste sistema planetário está muito mais próxima em escala do sistema das luas de Júpiter do que do Sistema Solar", diz Michaël Gillon.
Image copyrightESOM. Kornmesser

Aquário

Este tipo de estrela é muito comum na Via Láctea e vive por muito tempo, mas os cientistas nunca tinham descoberto planetas ao redor delas. Apesar de estar muito perto da Terra, a Trappist-1 não pode ser vista a olho nu ou com um telescópio simples, porque é muito escura e vermelha. Ela fica na constelação de Aquário.
O estudo traz novas perspectivas na busca por planetas habitáveis, já que cerca de 15% das estrelas próximas ao Sol são deste tipo.
"Por que estamos tentando detectar planetas como a Terra ao redor das menores e mais geladas estrelas nas vizinhanças do Sistema Solar? O motivo é simples: sistemas em torno destas pequenas estrela são os únicos locais onde podemos detectar vida em um exoplaneta do tamanho da Terra com a tecnologia disponível atualmente", diz Michaël Gillon, principal autor do estudo.
"Se quisermos encontrar vida em outro lugar no Universo, é aí que podemos começar a procurar", conclui.
O coautor Emmanuël Jehin explica que, até então, a existência de "mundos vermelhos" orbitando essas estrelas supergeladas era puramente teórica.
"Isso realmente é uma mudança de paradigma em relação à população do planeta e os caminhos para acharmos vida no Universo", afirma. "Temos não só um adorável planeta em torno de uma estrela vermelha mas um sistema completo, com três planetas!"
ESO/M. KornmesserImage copyrightESOM. Kornmesser

Buscando pista sobre habitabilidade (na luz)

Os astrônomos tentarão buscar sinais de vida ao estudar o efeito que a atmosfera do planeta (quando este fica entre a estrela anã e a Terra) tem sobre a luz que chega à Terra. Esse efeito costuma ser imperceptível em planetas do tamanho da Terra que orbitam estrelas maiores, por causa do brilho destas. Mas, como esta estrela é fraca e fria, o efeito pode ser detectado.
Mas apesar de orbitarem muito próximo à estrela, os dois planetas mais internos do sistema recebem bem menos radiação do que a Terra recebe do Sol - já que a estrela emite menos luz que o Sol. Com isso, ele ficam fora da chamada "zona de habitabilidade" do sistema. Os astrônomos acreditam, porém, na possibilidade de algumas partes deles serem habitáveis.
Já o terceiro planeta, mais externo, pode se encontrar na zona de habitabilidade - sua órbita ainda não é suficientemente conhecida para garantir isso. Mesmo assim, é provável que receba menos luz que a Terra.
"Graças a vários supertelescópios atualmente em construção, logo poderemos estudar a composição atmosférica desses planetas e ver primeiro se possuem água e depois se apresentam traços de atividade biológica", diz Julien de Wit, do Massachusetts Institute of Technology (MIT) nos EUA, um dos coautores do trabalho. "Trata-se de um enorme passo na procura de vida no Universo."fonte;.bbc.com

sábado, 23 de abril de 2016

Dilma diz que pode acionar Mercosul em caso de ruptura na democracia Perguntada sobre como toda essa situação está afetando sua família, a presidente disse que preferia não comentar

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira, 22, que é vítima de um processo “absolutamente infundado” e que não há contra ela nenhuma acusação de corrupção, ao contrário, segundo ela, de outros políticos em Brasília. “Eu nunca recebi dinheiro para me beneficiar”, disse em entrevista a jornalistas no início da noite desta sexta-feira em Nova York. “Quem assumirá os destinos do País? Pessoas ilegítimas, pessoas que não tiveram um voto para presidente da República? Pessoas que têm na sua trajetória acusação de lavagem de dinheiro, de conta no exterior, de processo de corrupção?”, questionou Dilma durante a entrevista. A presidente disse que se houver a "ruptura democrática" no país, o Brasil pode ser expulso do Mercosul. "Está em curso no Brasil um golpe, então eu gostaria que o Mercosul e a Unasul olhassem esse processo. A cláusula democrática implica em uma avaliação da questão. Nós sempre fazemos essa avaliação", afirmou.
Perguntada sobre como toda essa situação está afetando sua família, a presidente disse que preferia não comentar. “Não posso falar porque dói, dói muito.” Dilma falou em diversos momentos de sua entrevista, que durou cerca de 25 minutos, sobre o que ela chamada de golpe para caracterizar o processo de impeachment que sofre no Congresso. “Aí falam que não é golpe. Não tem arma. Essa é uma visão incorreta do que é um golpe. Golpe é um mecanismo pela qual você tira as pessoas do poder por razões que não estão expressas nem na lei nem no acordo institucional em que o País vive”, disse a presidente.
Os golpes militares, disse Dilma, se deram rompendo a Constituição. “No meu caso, tem um jeito de dar o golpe. Basta a mão. Você rasga a Carta Constitucional e está dado o golpe. Rasga os princípios democráticos”, afirmou. “A coisa mais escutada no Brasil é que o impeachment no Brasil é político. Não é político não, é político e jurídico”, afirmou Dilma. “Ninguém pode olhar para um presidente e dizer 'não gostei, então agora encerrou tudo, vou assumir o poder de forma indireta, sem eleição direta'. Outro dia falaram que isso é uma vitimização. Vitimização, não”, disse ela, mencionando que o processo é infundado e que não cometeu crime de responsabilidade. fonte;correio24horas.com.br

terça-feira, 19 de abril de 2016

Com isso, o ministro do gabinete de Dilma evita hostilizações em aeroportos

GTE VC-99B FAB 2585
GTE VC-99B FAB 2585
ClippingNEWS-PAA Polícia Federal determinou que o ministro do gabinete de Dilma, Jaques Wagner, utilize aeronaves da FAB em seus deslocamentos de ida e volta a Salvador por questões de segurança. Em condições normais, ele teria de apelar para voos comerciais. Como ministro, Wagner consegue escapar dos olhos de Sergio Moro e da hostilidade em aeroportos.
FONTE: Época

Os militares da reserva estão quietos, a reação contra Dilma virá mais adiante

General Augusto Heleno Ribeiro: “Golpe de novo seria estupidez” | Foto: Antônio Cruz/ABr
General Augusto Heleno Ribeiro: “Golpe de novo seria estupidez” | Foto: Antônio Cruz/ABr
As articulações da reserva militar pelo aniversário do golpe de 1964 se calaram nas redes sociais desde que, na terça-feira, o governo anunciou a abertura dos centros de violência contra os direitos humanos no Exército, Marinha e Aeronáutica.
Estranhamente, não se abriram as portas às investigações aos serviços de inteligências das Forças Armadas, nos quais se realizou a coleta de informações que ofereceu material humano à prisão, tortura e assassinato de oposicionistas. O ministro da Defesa, Celso Amorim, anunciou a abertura, mas se negou a informar sobre a inteligência, onde Dilma não quis se meter.
Se entrasse na área, o Planalto teria mais problemas, pois o silêncio dos agitadores militares não significa rendição. Digamos que trata de uma pausa para reflexão nas manifestações. Não passagem dos 50 anos do golpe notou-se que a agitação em torno da ocasião não foi restrita aos que foram contra o golpe ou exigem punições dos algozes dos direitos humanos.
A turma que defende a ditadura também marcou presença na manifestação em dimensão nacional. É possível afirmar que a articulação do grupo surpreendeu e tornou-se visível porque a turma se expôs, mostrou a cara. Considere-se que ela não é tão voluntária como a militância política de esquerda, nem tão jovem.
Num dos eventos do outro lado em Brasília, a maçonaria providenciou, a título de ilustração histórica, uma palestra do general reformado Augusto Heleno Ribeiro, ex-comandante da Amazônia e da força de paz das Nações Unidas no Haiti. Ele encampou a tese de que não é mais possível, no país, dar golpe como antigamente.
Em resposta a uma pergunta do público, o general Heleno, com veemência, desestimulou a hipótese de uma nova intervenção militar. “Seria uma estupidez porque o mundo hoje é outro”, reagiu. “É uma coisa insensata, não tem o menor sentido.” Afirmou que hoje há democracia no país, que, “com todos os defeitos, é o melhor regime”.
Esse comportamento militar, ao contrário do que se pensa na academia de estudos políticos, não indica que, no Ministério da Defesa, os comandos do Exército, Marinha e Aeronáutica cederam a pressões da opinião pública, ativistas dos direitos humanos ou Comissão Nacional da Verdade. Tem mais a ver com a disciplina funcional, além da possibilidade de não se cumprir a missão como foi determinada.
Nem repitam acadêmicos que a abertura dos centros de torturas e assassinatos em nome da defesa da ditadura é acatada pelos três comandos militares como uma oportunidade para o serviço da ativa se isolar do pessoal da reserva, onde se feriram os direitos humanos e se faz a agitação política livre da disciplina do pessoal em atividade.
A ativa e a reserva são mais coesas do que a academia pensa. Entre ambas, há o mesmo receio de que a abertura de centros de violência seja apenas o preâmbulo da revisão da anistia, a abrir caminho para processos judiciais que responsabilizem e punam militares, inclusive em casos individuais. Não adianta a presidente Dilma se dizer contra a revisão. Na ótica militar, ela é suspeita.
A criação da Comissão Nacional da Verdade se deu na era Dilma e a pressão da criatura e seus apêndices sobre a criadora chegou agora à investigação de instalações onde ocorreram violações dos direitos humanos de presos políticos. Se a presidente se reeleger, ela poderá se sentir autorizada a um passo adiante.
A família militar, digamos assim, não se sente segura quanto ao tempo presente e menos ainda em relação ao futuro. A pausa deste momento na agitação da reserva — estimulada pela ativa, registre-se — poderá recuperar energia na corporação para a campanha eleitoral a partir de uma estrutura de ação que já se exibiu nos últimos dias.
Afinal, o que significa a abertura dos centros? Nada mais de que militares investigarão a si mesmos, sem a participação de civis, muito menos de vítimas e seus representantes. Cada comando com a sua sindicância interna para apurar o tratamento a presos políticos a partir de documentos que já teriam desaparecido nos serviços de inteligência.
A apuração se limita a sete instalações militares distribuídos por quatro capitais estaduais: São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Recife. Porém, ocorreram torturas e assassinatos realizados em endereços não oficiais que eram invisíveis ao público, como a trágica ou fantasmagórica Casa da Morte, em Petrópolis. Como diria o mensaleiro Delúbio Soares, nesses endereços informais ocorreram crimes não contabilizados. As informações levantadas estarão incompletas fonte.jornalopção.com.br

sábado, 12 de março de 2016

Uruburetama aposta nos jogos escolares.

A Prefeitura Municipal e a Secretaria de Juventude e Esporte de Uruburetama realizam a abertura da 1º fase dos “Jogos Escolares”, na próxima segunda-feira (14/03), haverá uma reunião no sindicato dos trabalhadores rurais, com todos os professores de Educação Física da rede municipal para debater as modalidades dos jogos, dispostas em Futebol, Vôlei, Atletismo e Basquete. As equipes receberão todo o apoio da secretaria durante as fases classificatórias e durante a 2º fase, onde as equipes vencedoras representarão o município na disputa estadual.

Geração de emprego em Uruburetama.

O prefeito Vasconcelos Neto fecha parceria com a fábrica de calçados Paquetá e investe em geração de emprego e renda.
A prefeitura Municipal de Uruburetama em união com a Fábrica de Calçados Paquetá realizará ampliação das instalações físicas do local com a construção de mais um galpão. 
O espaço que antes funcionava a antiga Ceasa, com a construção do espaço irá gerar inicialmente 200 empregos gerando assim mais oportunidades para o população de Uruburetama. Essa semana as obras para ampliação já foram iniciadas e a previsão de entrega será nos próximos meses. 

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Dilma pede ajuda a igrejas para combater mosquito

Presidente quer fiéis na luta contra o Aedes Aegypti
A presidenta Dilma Rousseff fez um apelo para que todas as igrejas cristãs mobilizem os fiéis no combate ao mosquito transmissor do vírus Zika.
Dilma pede ajuda a igrejas para combater mosquitoEm encontro com líderes de diferentes denominações religiosas, no Palácio do Planalto, pediu que os cristãos ajudem na orientação à sociedade sobre a eliminação dos criadouros do Aedes aegypti. Essa espécie de mosquito também transmite a dengue e a febre chikungunya.
Para Dilma, as lideranças religiosas possuem credibilidade para mobilizar os fiéis no trabalho de prevenção. Estatísticas do governo mostram que dois terços dos focos do mosquito estão em residências.
Esse tipo de ação já faz parte da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016, que reúne a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic). O tema deste ano é o direito de todas as pessoas ao saneamento básico e debate o futuro do meio ambiente. Não por acaso, Dilma tem recebido apoio políticos das duas entidades religiosas, que são contra o impeachment.
O presidente do Conic, o bispo anglicano Flávio Irala, elogiou a atitude da presidente.  “A gente vê uma grande vontade e um grande investimento que já tem sido feito pelo atual governo no sentido de resolver esse sério problema”, comemorou. Convidou ainda os cristãos a participarem dos conselhos municipais de saúde.
O presidente da Aliança Batista do Brasil, Joel Zeferino, afirmou que o tema ainda é um “grande problema” que não foi resolvido no Brasil. “Antes da epidemia do Zika, nós temos milhares de outros problemas relacionados ao saneamento básico”, lembrou
O arcebispo núncio apostólico da Igreja Ortodoxa Síria, Tito Paulo Tuza, explicou que pedirá aos cerca de 200 mil fiéis da igreja que dediquem cinco minutos a cada missa para falar sobre a necessidade de se evitar o acúmulo de lixo e de água parada em casa.

Campanha pelo aborto

Com o aumento dos casos de microcefalia em filhos de mulheres que contraíram o vírus Zika, há um forte debate sobre a possibilidade de aborto nestes casos.
As lideranças das igrejas afirmam que o tema não foi tratado na reunião com Dilma. Mesmo assim,dizem que há urgência de se aprofundar no assuntoCom informações de Agência Brasil fonte; noticias gospelprime

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Israel promete reação contra Brasil em crise diplomática Governo do PT rejeitou nomeação de embaixador israelense em apoio a causa palestina.

No governo da presidente Dilma Rousseff, a diplomacia brasileira mergulhou na defesa dos interesses ideológicos do partido que está no poder e perdeu sua relevância diante da comunidade internacional.
Israel promete reação contra Brasil em crise diplomáticaNeste ano, o Brasil deu um passo drástico no esfriamento das relações com Israel, ao rejeitar a nomeação do embaixador Dani Dayan por conta das suas ideologias, o que levou Israel a prometer uma reação.
O governo brasileiro rejeita a aceitação do novo embaixador de Israel desde agosto, quando Dani Dayan foi nomeado por Tel Aviv, principalmente pelo fato de ele já ter presidido entre 2007 e 2013 o Conselho Yesha, que representa os 500 mil colonos israelenses em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, onde ele vive.
Ao longo de 12 anos do PT no governo, não foram poucas às vezes em que o Brasil demonstrou que sua diplomacia estava enfraquecendo e não é a primeira vez que o país se posiciona contra Tel Aviv. No ano passado o Itamaraty – por meio do Ministério das Relações Exteriores – criticou a ação de Israel na Faixa de Gaza como represália as investidas do grupo terrorista Hamas.
Na época Israel respondeu com aspereza contra a nota indigesta do Itamaraty, chamando o Brasil de “anão diplomático”. Agora, segundo Dayan, haverá uma reunião em resposta a negativa do Brasil em aceitar sua nomeação para a embaixada israelense com a cúpula do governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, onde deverá ser aprovado medidas diplomáticas em resposta ao governo brasileiro.
“Nesse debate, será apresentado um leque de medidas. Espero que, desse leque, sejam escolhidos passos significativos. Há até um mês, havia uma avaliação em Jerusalém de que o assunto seria resolvido e o melhor a fazer era manter o silêncio”, disse Dani Dayan.
Uma demonstração clara de que o país estaria seguindo as ideologias do Partido dos Trabalhadores é o distanciamento das grandes potências e o flerte com governos ditatoriais, como Bolívia e Venezuela. Durante o discurso de abertura da 69ª Assembleia-Geral da ONU, no ano passado, Dilma chegou a defender o grupo terrorista Estado Islâmico.
Apesar do governo brasileiro afirmar que a rejeição do nome de Dani Dayan como novo embaixador de Israel no país se deva ao fato de ele ser favorável aos assentamentos judaicos na Cisjordânia, o país se omite diante de flagrantes abusos dos seus aliados na América Latina.
Dayan afirma que sua nomeação está sendo rejeitada pelo Brasil por causa de sua ideologia e de onde ele mora, o que considera um preconceito, pois não cometeu nenhum tipo de crime para ser rejeitado. Ele acredita que a rejeição abriria um precedente para que outros moradores de colônias fossem impedidos de ocupar cargos diplomáticos pelo mundo.
Tzipi Hotovely, vice-ministra das Relações Exteriores de Israel, pediu no último domingo que o Brasil aceite a nomeação do ex-dirigente colono Dani Dayan como embaixador no país, porque o governo israelense não tem intenção de enviar outro diplomata a Brasília.
“Nunca houve na história de Israel uma situação na qual um embaixador não foi aceito por suas posturas ideológicas”, disse a vice-ministra em entrevista sobre “a crise diplomática” entre os dois países. Com informações Folha de SP