terça-feira, 14 de outubro de 2014

Projeto de lei ANTI-chip é criado no Brasil

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Projeto de lei ANTI-chip é criado no Brasil, Pesquisando sobre os implantes de chip, achei esse vereador que criou um projeto de lei (não achei o numero), tentando impedir que seja feito implante de chip sem o consentimento da pessoa. Taí um sujeito que abordou um tema que ninguém abordou.
A implantação de chips em seres humanos
Vereador Francisco Garcez
O vereador Francisco Garcez, PSDB, reafirma a relevância do seu projeto de lei, que tramita na Câmara Municipal de Curitiba, prevendo a utilização de chip em pessoas moradoras em Curitiba, cujo teor é o seguinte:
Art. 1º – Ficam salvaguardadas a desobrigação das pessoas de qualquer idade, sexo, religião, profissão, residentes no Município de Curitiba, sob qualquer aspecto, argumento ou imposição de vontade alheia, de serem portadoras em seu corpo de circuitos eletrônicos conhecidos tecnicamente como “transponder”, chip, biochip, microchip ou qualquer outro nome que venha receber algum tipo de disposistivos eletrônicos e congêneres que tenham por finalidade monitorar seres humanos a partir de implante do equipamento sob a pele humana.
Art. 3º – Fica proibido o Executivo Municipal de manter qualquer relação comercial, convênio, programa voluntário, financiamento ou participação com a divulgação, produção, comercialização e/ou distribuição de “transponder”, microchip, biochip ou tecnologias congêneres com finalidade de serem implantados em seres humanos dentro do município de Curitiba.
O tema, segundo Garcez, é motivo de preocupação e de sucessivos debates e vem ganhando espaço no meio da sociedade brasileira, onde jornalistas, médicos, políticos e juristas se manifestam sobre a questão da implantação do chamado chip em seres humanos. “Como se vê não tem nada a ver com a tal da teoria da conspiração”, avisa o vereador.
O texto abaixo é um artigo publicado pelo Juiz Demócrito Reinaldo Filho ( publicado em 2006 e que vem sendo republicado e discutido em vários congressos do mundo jurídico).
A implantação de chips em seres humanos
Juiz Dr. Demócrito Reinaldo
Demócrito Reinaldo Filho é juiz de Direito em Pernambuco, diretor do Instituto Brasileiro de Direito e Política da Informática (IBDI).Doutorando do curso de Direito da Universidade Estácio de Sá (RJ).
A implantação de chips em seres humanos para efeito de arquivamento e transmissão de informações de caráter pessoal cada vez desperta mais preocupações, sobretudo diante da disseminação desses artefatos eletrônicos. Esses pequenos aparelhos do tamanho de um grão de arroz (cerca de 12 milímetros) são conhecidos tecnicamente como transponders, microchips implantados sob a pele que, ao serem lidos por um dispositivo de scanner, fornecem com rapidez informações sobre seu portador. No início, os fabricantes desses microchips cutâneos divulgavam sua comercialização como sistema de identificação em rebanhos e animais de estimação, para poderem ser utilizados acoplados a unidades GPS, permitindo, por exemplo, a localização de um animal perdido. Depois, os chips passaram a ter outro tipo de aplicação, voltada sua utilização para a localização de pessoas seqüestradas .
Tem-se notícia de sua utilização também para o controle da entrada e saída de pessoas em certos lugares . Mas o tipo de utilização de chips em indivíduos mais disseminada atualmente parece ser para uso médico. O profissional que precisar tratar alguém que tenha implantado um dispositivo desse tipo sob sua pele tem apenas que passar um leitor sobre o chips e terá acesso ao histórico médico do paciente. Essa funcionalidade, de permitir que hospitais e médicos tenham informações precisas sobre cada paciente e sua condição de saúde, vem sendo propagada pelos defensores da tecnologia.
A disseminação do implante de chips em pessoas para uso médico ocorreu a partir de outubro de 2004, quando a FDA (Food and Drug Administration), agência que regula o uso de medicamentos e alimentos nos Estados Unidos, liberou o implante de transponders em seres humanos para essa finalidade. Uma empresa americana, aApplied Digital Solutions [04], logo se tornou líder nesse mercado, com a comercialização de seu produto, o Verichips utilizado para acessar informações sobre pessoas portadoras de certas doenças. Após ser implantado, em geral sob a pele do braço, o VeriChips pode ser lido por uma espécie de scanner, que identifica o código do portador e permite acesso através da Internet a um grande banco de dados mantido pela empresa, que armazena toda a ficha médica das pessoas cadastradas, contendo, por exemplo, tipo sangüíneo, tipos de doenças anteriores já apresentadas e tratamentos ministrados, entre outras informações.
Como se observa, a arquitetura da tecnologia dos chips permite tanto o monitoramento do indivíduo como o acesso a informações pessoais. O monitoramento de pessoas já é por si preocupante. Quando uma pessoa portadora de um chip passa por um local qualquer, equipado com sensores, sua identificação é checada automaticamente, e sua localização confirmada. Sensores nos mais diferentes lugares podem permitir um completo rastreamento das atividades da pessoa que tenha um chip desse tipo implantado em seu corpo.
A tecnologia possibilita desenvolver um verdadeiro e completo sistema de vigilância, a ser utilizado pelas mais diversas instituições (policiais, militares, médicas, comerciais, industriais etc.), “criando uma nuvem de vigilância e monitoramento, uma atmosfera policialesca, que é a base da sociedade de controle preconizada por Gilles Deleuze” [06]. Pelo simples cruzamento de dados de localização, é possível extrair conclusões a respeito do comportamento de uma pessoa (como, por exemplo, os locais que freqüenta, o horário, o tempo que permanece em determinados locais etc.) [07].
Se a simples possibilidade de monitoramento dos deslocamentos de uma pessoa já é altamente preocupante, como se mencionou, o que se dizer dessa funcionalidade atrelada à possibilidade de acesso automático a dados sensíveis da pessoa monitorada? É de arrepiar, não é? Pois é exatamente isso o que permite a tecnologia do VeriChip. Não somente identificar uma pessoa que passe sob o campo de alcance de um receptor ou scanner, mas, ao mesmo tempo, levantar informações altamente sensíveis (dados médicos ou qualquer outro) sobre essa mesma pessoa.
A empresa que comercializa esse produto, além de exercer um monitoramento da vida da pessoa, através dos dados sobre a identidade e dos deslocamentos individuais que a tecnologia permite registrar, controla muitas outras informações que ficam disponíveis na sua base de dados. Não é o acesso ao número de informações contidas no próprio chip que preocupa. O VeriChip não é um simples dispositivo localizador, mas funciona em conexão com um sistema de banco de dados mantido pela empresa que desenvolveu sua tecnologia.
O chip implantado contém em geral informações limitadas, às vezes um simples código pessoal, mas o scanner que faz sua leitura funciona atrelado a uma potente base de dados, ampliando sobremaneira o grau de controle de informações pessoais [08]. Essa base de dados é formada pelo histórico de informações médicas do paciente e é alimentada sempre que este se submete a novo tratamento. O banco de dados, com todo esse manancial de informações médicas, fica à disposição dos usuários do sistema para pesquisas posteriores.
O correto seria simplesmente proibir a utilização desse tipo de tecnologia, diante do seu potencial invasivo, em favorecimento da privacidade individual? A resposta é negativa, pois o uso que se pretende desse tipo de tecnologia traz resultados benéficos à pessoa titular dos dados armazenados. A saúde e, em alguns casos, a própria vida do indivíduo é que pode estar em jogo e sua preservação pode depender da implantação desse tipo de mecanismo. Além do mais, o paciente, ao aceitar a implantação do chip, não abre mão de sua privacidade, pois tem expectativa de que os seus dados pessoais não sejam utilizados para outra finalidade que não o tratamento de sua saúde e que permaneçam sob garantia de confidencialidade.
É o tipo de tecnologia, no entanto, cujo uso necessita ser altamente regulamentado, estabelecendo-se limites no acesso das informações e definição de responsabilidades e obrigações de segurança dos dados para os mantenedores do sistema. A garantia de confidencialidade dos dados que formam o histórico médico do paciente deve ser assegurada por meio de cláusulas na contratação do serviço, presentes tanto no contrato entre a empresa que explora a tecnologia do VeriChip e o hospital ou médico, tanto quanto no termo de consentimento assinado pelo paciente, com especificação das pessoas autorizadas a ter acesso às informações contidas na base de dados, para evitar acessos indevidos. Tais instrumentos devem também incluir cláusulas contendo obrigações de segurança dos dados para a empresa que opera a tecnologia, em que sejam detalhadas as precauções de segurança contra acessos não autorizados (ataques hackers).
Em notícia publicada em site espanhol (em 12.07.06), é dado conhecimento de que em Porto Rico os VeriChips estão sendo implantados em portadores do mal de Alzheimer. A principal preocupação dos familiares de pessoas portadoras de Alzheimer é a segurança deles. Como se sabe, os portadores de Alzheimer pouco a pouco vão perdendo a memória, e a utilização da tecnologia do VeriChip permite prover tratamento adequado quando se perdem ou no caso de qualquer outra emergência, o que costuma acontecer com freqüência nos estágios avançados da doença [10]. Assim, o VeriChip pode ser uma ferramenta eficaz quando se busca oferecer segurança física aos doentes de Alzheimer e alívio emocional para seus familiares.
Nesse tipo de paciente, no entanto, os riscos à privacidade alcançam outro patamar de preocupações
Toda pessoa que autoriza a implantação de um dispositivo como o VeriChip precisa estar plenamente consciente do que faz, por causa do potencial de reflexos nocivos sobre sua privacidade individual. A coleta de informações sensíveis (dados médicos) de um indivíduo não pode ser feita sem seu expresso consentimento, sob pena de o ato ser considerado uma invasão não autorizada da privacidade [11]. Como a tecnologia do VeriChip também importa na inoculação de um objeto no corpo da pessoa, esse detalhe configura mais um motivo da necessidade de autorização do paciente. Toda pessoa tem direitos sobre o próprio corpo [12], e somente ela pode permitir a implantação de um dispositivo sob sua pele. O médico, portanto, tem que obter o consentimento do seu paciente antes de realizar o processo de implantação de um dispositivo como o VeriChip.
O consentimento informado é uma condição legal para produção de efeitos válidos em um contrato, por meio da qual uma das partes dá permissão baseada na apreciação e entendimento dos fatos e implicações de suas ações. Para tanto, esse indivíduo necessita estar em pleno gozo de suas condições mentais, não sofrendo qualquer tipo de doença que prejudique o seu poder de compreensão (por ocasião do ato de consentimento). Como explica o Prof. Pedro Dourado Rezende, “o conceito de permissão contratual (informed consent) subentende que aquele que permite sabe o que está permitindo. A parte que solicita permissão num contrato tem, portanto, a obrigação de esclarecer o necessário para que o outro contraente possa tomar uma decisão esclarecida. Um hospital, por exemplo, não pode achar que tem sua permissão para ministrar-lhe uma droga nova ou pouco testada sem antes lhe avisar que se trata de uma droga que ainda não foi suficientemente testada, dos riscos e das opções envolvidas. Um médico não pode extrair, enquanto você estiver anestesiado para cirurgia de apêndice, a sua vesícula só porque ele percebe ali um tumor. “Tentativa de salvar” não seria justificativa, pois você poderia, se perguntado, optar por tratamento não-cirúrgico ou por não se tratar. O corpo é seu e você tem o direito de dizer não a uma opinião médico].
Acontece que os pacientes de Alzheimer nem sempre estão em condições de discernir por si próprios, dificultando-se, por essa razão, a tomada do “consentimento informado”. O portador desse tipo de doença costuma variar entre momentos de lucidez e momentos de esquecimento, o que torna difícil para quem contrata com ele avaliar se está no perfeito gozo de sua capacidade mental e se tem perfeito discernimento sobre o que faz [14]. È, portanto, delicado se permitir que um doente de Alzheimer contrate diretamente a utilização do VeriChip, sobretudo aqueles que se encontram em estágios avançados da enfermidade. A menos que sejam declarados incapazes para os atos da vida civil, mediante prévio procedimento judicial de interdição, os familiares não podem substituir o paciente no ato do consentimento, e sempre haverá dúvida sobre sua capacidade.
Essa é apenas uma das questões jurídicas que certamente aflorarão com a disseminação do VeriChip para fins médicos. A previsão é que essa tecnologia passe a ser utilizada também para monitoramento de pessoas que sofram de diabetes, de pressão alta ou outras doenças que indiquem a necessidade de eventual atendimento médico de urgência.
Se a propagação desse tipo de tecnologia traz resultados altamente benéficos para a sociedade, sempre é bom alertar para os riscos de sua utilização indevida. Quando nos acostumarmos com seu uso em larga escala, a possibilidade de relegarmos ou esquecermos os padrões de cuidados e regras rígidas de garantias que devem cercar sua utilização, tende a aumentar na mesma proporção. Sempre haverá o risco de as informações médicas serem utilizadas para finalidades não permitidas, como discriminação no emprego, na contratação com operadoras de planos de saúde, enfim, numa série de circunstâncias onde pessoas portadoras de doenças e fraquezas físicas sejam desfavorecidas. Por essa razão, ao lado do desenvolvimento de tecnologias invasivas, deve-se promover um reforço das normas e práticas protetivas da privacidade humana.
Fonte:ocorreio
http://caixadepandora.xpg.uol.com.br/

Proibir chip em humanos pode evitar invasão ao Brasil, diz deputado



Autor de projeto que proíbe implante de chips em humanos contra uma “satânica nova ordem mundial”, José Olímpio diz que, se virar lei, proposta pode evitar intervenção no país, como ocorreu com o Kuwait nos anos 90
O deputado Missionário José Olímpio (PP-SP) é um parlamentar de propostas e ideias, no mínimo, curiosas. Ele já era autor de um projeto para transferir, simbólica e temporariamente, a capital do Brasil para Itu (SP). Como revelou o Congresso em Foco, apresentou neste mês um projeto para proibir o implante de dispositivos eletrônicos e eletromagnéticos em seres humanos a fim de evitar uma “satânica nova ordem mundial” tendo em vista que “o fim dos tempos se aproxima”. Em entrevista ao site nesta semana, Olímpio vai além. Diz que, se for aprovada a proibição, haverá menos riscos para a segurança e a defesa nacional.
“Pode parecer [uma proposta] inusitada, mas queremos evitar que amanhã, que pode ser daqui a dez ou cem anos, soframos intervenção como a ocorrida no Kuwait, em 1990”, afirmou ele, em conversa exclusiva com o site. Apesar disso, Olímpio ignora os críticos, não vê excentricidade em suas proposições e diz que não teme não ser levado a sério. “Vivemos num país laico e livre”, diz ele, que, com 57 anos, é empresário, formado em direito e membro da Igreja Mundial do Poder de Deus, dirigida pelo apóstolo Valdemiro Santiago.
Sua proposta quer evitar a chegada da “ordem satânica”, que, segundo ele, pode ser implantada a partir do rastreamento das pessoas via chips ou outros dispositivos. Pelo projeto, fica proibido o implante, independentemente da idade, de meios para substituir RG, CPF ou código de barras.
Em 1990, tropas iraquianas, sob o comando de Saddam Hussein, invadiram o Kuwait, rico em petróleo, por razões econômicas e territoriais. “Há consenso entre os órgãos de inteligência em todo mundo de que o principal problema dos rastreadores recai no vazamento ou comprometimento de informações sigilosas, algumas potencialmente geradoras de crises diplomáticas e institucionais”, afirma Olímpio.
O deputado diz que os chips “satânicos” seriam mais uma ferramenta a alimentar uma ganância internacional por riquezas do território brasileiro. “Temos 10% da água potável do mundo. Há estudos da nossa biodiversidade que podem resultar em curas para doenças graves. Temos que nos antecipar. É uma questão de soberania nacional.”
Ele ainda menciona a espionagem sofrida pela presidenta da República Dilma Rousseff, conforme documentos revelados por Edward Snowden, ex-funcionário da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA). O caso veio à tona no ano passado. “Até a presidente da República Dilma Rousseff foi monitorada. É preciso evitar que as pessoas sejam obrigadas a colocar chip para, por exemplo, ter acesso ao atendimento básico de saúde. É o fim dos tempos porque a tecnologia não pode dominar o mundo.”
Olímpio defende que sua proposta sobre o implante de chips seja incluída no conjunto das questões mais relevantes do Congresso – como a reforma política – e diz acreditar no bom senso dos colegas para aprová-la.
Malefícios dos radicais
Integrante da bancada evangélica, o deputado avalia que existem parlamentares no Congresso “bem intencionados” mesmo os que não confessam de sua fé. “Existem pessoas, inclusive católicas, bem intencionadas, defendendo a família e a sociedade”, disse ele.
Por outro lado, Olímpio condenou as propostas relacionadas aos gays, defendidas por alguns setores do Parlamento. O deputado diz que projetos nessa linha são “maléficos”, motivados por movimentos sociais radicais e prejudiciais à sociedade. “Como você nasceu? Como foi formada? As pessoas nascem de mãe e pai. Vamos colocar dois homens em uma ilha e vamos ver se, depois de um tempo, se eles trarão o que Deus preparou, um filho.”
Itu, capital do Brasil
No ano passado, o deputado apresentou um projeto de lei que prevê a transferência temporária e simbólica da sede do governo federal para Itu, sob o argumento de que o município sediou a primeira convenção republicana do Brasil em 1889.
Pré-candidato à reeleição, Olímpio já exerceu três mandatos de vereador em Itu. Foi subprefeito de Guaianazes, região da zona leste de São Paulo (SP). Em 2010, deixou o terceiro mandato de vereador da capital paulista para disputar uma vaga na Câmara, onde integra a bancada evangélica.
Veja os principais trechos da conversa com o site.
Congresso em Foco – Argumentação bíblica é pouco usual em proposições legislativas. Qual a necessidade de usá-la? A Constituição não bastaria para justificar o projeto?
Deputado Missionário José Olímpio – Nós também fomos buscar, professando uma fé e respeitando a todos, a Constituição Federal, onde está a justificativa principal do projeto, no que tange ao direito de ir e vir e que prevê a livre locomoção das pessoas. É óbvio que na Bíblia há relatos em defesa da família e dos cidadãos. Por isso, colocamos texto bíblico. E, além disso, tenho uma crença. A nossa Constituição nos dá o direito à livre locomoção, e a Bíblia nos orienta quanto à necessidade do que temos que prevenir. Queremos antecipar algo que possa vir e possa deixar a população descoberta, em relação a um possível monitoramento.
Até a presidente da República Dilma Rousseff foi monitorada [documentos revelados pelo ex-funcionário da Agência Nacional de Segurança dos EUA revelaram monitoramento de conversas da presidente e de negócios da Petrobras]. É preciso evitar que as pessoas sejam obrigadas a colocar chip para, por exemplo, ter acesso ao atendimento básico de saúde. É o fim dos tempos porque a tecnologia não pode dominar o mundo. O mundo é constituído por seres humanos e não por robôs. No Brasil, temos o cartão de saúde e cartão bancário, então por que precisamos de chips se temos os cartões? O grande perigo é as pessoas ficarem vulneráveis, com suas vidas podendo ser acessadas e permitindo que saibam para onde elas vão e o que estão fazendo.
Há consenso entre os órgãos de inteligência em todo mundo de que o principal problema dos rastreadores recai no vazamento ou comprometimento de informações sigilosas, algumas potencialmente geradoras de crises diplomáticas e institucionais. A nossa ideia é que o projeto possa ser melhorado e as pessoas possam ter seus direitos resguardados. Pode talvez parecer inusitada, mas queremos evitar que amanhã, que pode ser daqui a dez ou cem anos, soframos intervenção como a ocorrida no Kuwait, em 1990.
Por que o senhor considera que os dispositivos como os chips são satânicos?
Está comprovada a espionagem dos Estados Unidos a documentos extremamente confidenciais à presidente da República. Outros governos podem estar fazendo o mesmo e talvez com interesses piores, como atentados terroristas que podem levar à morte milhares de civis inocentes. É um fato satânico. Temos no Brasil 10% da água potável do mundo. Há estudos da nossa biodiversidade que podem resultar em curas para doenças graves. Temos que nos antecipar. É uma questão de soberania nacional. A riqueza brasileira gera ciúme a todos. Se uma interferência internacional viesse a ocorrer, os brasileiros, com sua identidade, teriam seu país regido por outro governo ou sistema internacional, seria uma nova ordem mundial, com fins, aparentemente, para benefício da humanidade, mas em detrimento da população do Brasil. Esses aparelhos implantados nas pessoas as deixam vulneráveis a monitoramento e, consequentemente, isso pode culminar até em atos terroristas. Imagine o que pode acontecer dentro do país e com as pessoas.
Há forças satânicas atuando no Congresso?
A Bíblia diz que toda autoridade é constituída por Deus. Quando começa a sessão do Congresso, o presidente fala ‘sob a proteção de Deus, abrimos nossos trabalhos’. Acredito que existem pessoas bem intencionadas e mal-intencionadas. Projetos de lei podem beneficiar ou comprometer. Existem pessoas dentro do Congresso, inclusive católicas, que são bem intencionadas, defendendo a família e a sociedade.
Como você nasceu? Como você foi formada? As pessoas nascem de mãe e pai. Há pessoas que vêm falar comigo e querem colocar dois homens juntos e duas mulheres juntas. Vamos colocar dois homens em uma ilha e vamos ver se, depois de um tempo, se eles trarão o que Deus preparou, um filho. Eu respeito e amo todos, mas às vezes vêm colocações aqui no Congresso que dizem que eu atrapalho. Mas nós temos que procurar aqui ajudar o país. Há projetos que podem ser maléficos e prejudicar a família e a sociedade. Todos aqui estão querendo fazer o bem, mas há pessoas e segmentos que acabam radicalizando em suas posições.
Na avaliação do senhor, os chips não podem representar evolução nas áreas de saúde e segurança?
Não estou descartando isso. Nos Estados Unidos, por exemplo, há alegação de que para ser atendido em um centro médico, é preciso ter o chip. Aqui, no Brasil, com um cartão, você é atendido. Dentro do projeto, podemos deixar aberturas para quem quiser o direito ao implante [de chips]. Mas temos que buscar caminhos para assegurar a segurança. A minha preocupação diz respeito à vulnerabilidade por conta do monitoramento.
O senhor não acha que o Congresso tem preocupações mais relevantes e questões mais urgentes?
Temos a reforma política, reforma agrária, reforma tributária, marco regulatório da mineração, plebiscito sobre redução da maioridade penal. Temos que colocar esse projeto no conjunto dessas propostas importantes.
O senhor certamente tem a expectativa de que o projeto passe pela Câmara e pelo Senado. Vê chances reais?
Vamos entrar os períodos da Copa do Mundo e das eleições. Temos uma grande chance de que ele passe nas comissões. Não é fácil chegar à pauta do plenário. Mas acredito no bom senso da Casa. Estou conversando com os outros parlamentares. E estou aberto a sugestões.
Há quem classifique as propostas do senhor como excêntricas. Como o senhor avalia isso?
Respeito todos, mas não posso concordar com isso. Não consigo entender. O que fiz de mal, por exemplo, ao tentar transferir simbolicamente, por um dia por ano, a sede do governo federal para Itu, onde foi sediada a primeira convenção republicana do Brasil, em 1889? O atual vice-presidente da República, Michel Temer, ex-presidente da Câmara, se posicionou a favor da transferência. É excêntrico colocar Itu como sede do governo por um dia do ano para que o presidente da República, o vice ou o chefe da Casa Civil despache lá?
O senhor não teme não ser levado a sério?
Não temo porque vivemos num país laico e livre. Temos que respeitar todos. Veja o trabalho que as igrejas fazem. Confio em Deus e no meu trabalho. Laicismo prevê liberdade e respeito. Não se pode travar as coisas. A Constituição dá liberdade, então temos que respeitar todos.
Como o senhor avalia a atuação da bancada evangélica na Câmara nesta legislatura que está terminando?
Tem realizado grande trabalho. Tem sido grande contrapeso, ficando atenta e de olho nos projetos em benefício da sociedade. Na discussão sobre o Código florestal, por exemplo, conseguimos a suspensão de várias sessões para acrescentar pontos ao texto e melhorar o projeto.
fonte; http://congressoemfoco.uol.com.br/

Médico da ONU morre por Ebola em hospital alemão onde era tratado

BERLIM (Reuters) - Um médico da ONU contaminado pelo Ebola enquanto trabalhava na Libéria morreu numa clínica em Leipzig, na Alemanha, onde estava sendo tratado, informou a instituição nesta terça-feira.
"O paciente doente com a febre do Ebola morreu durante a noite na Clínica St. Georg, em Leipzig. Apesar do intenso tratamento médico e o máximo esforço da equipe médica, o funcionário da ONU, de 56 anos, sucumbiu à grave doença infecciosa", disse.
O médico, não foi identificado, foi levado para a Alemanha na semana passada e era o terceiro paciente com Ebola a ser tratado no país.
(Reportagem de Stephen Brown)
fonte; http://noticias.uol.com.br/

Ações japonesas recuam por preocupações com crescimento mundial


Por Hideyuki Sano
TÓQUIO (Reuters) - As ações japonesas recuaram para mínimas de dois meses nesta terça-feira conforme preocupações elevadas sobre a saúde da economia mundial desanimaram investidores, levando a uma mudança em fundos para ativos considerados mais seguros, como títulos dos Estados Unidos.
O índice japonês Nikkei caiu 2,4 por cento, atingindo níveis vistos pela última vez em meados de agosto, na reabertura do mercado após feriado na segunda-feira.
Outras ações regionais tiveram melhor sorte, com o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão avançando 0,12 por cento às 7h46 (horário de Brasília) graças à caça por barganhas, embora a alta aconteça apenas após queda de mais de 10 por cento desde o começo de setembro.
"Há riscos para a economia global de modo geral. E a reunião do G20 no último fim de semana mostrou que não existe uma panaceia para levantar a economia", disse Hirokazu Kabeya, estrategista sênior da Daiwa Securities .
A sombra de uma possível recessão na Europa, uma desaceleração na China e o crescimento lento no Japão levaram investidores a tirar parte de seus recursos das ações antes das temporadas de resultados nos Estados Unidos e outros lugares.
O Federal Reserve, banco central dos EUA, deve encerrar seu esquema de compra de títulos no fim deste mês --outro motivo para que investidores sejam cautelosos com ações, uma vez que a conclusão dos dois programas anteriores de "quantitative easing" do Fed causaram uma grande correção nos papéis de Wall Street.
fonte; http://economia.uol.com.br/

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Mais de 2 mil sírios curdos deixam a Síria após avanço do Estado Islâmico

Ação acontece após grupo conseguir se aproximar do centro; 'Podemos ouvir o barulho dos confrontos', relata testemunha

Mais de 2 mil sírios curdos, inclusive mulheres e crianças, estão sento retirados da cidade fronteiriça de Kobani após avanço para o centro da região de militantes do Estado Islâmico que cercam a área há quase três semanas, disse à Reuters o tradutor de um importante grupo político curdo na Síria nesta segunda-feira (6).

Reuters
Refugiados curdos sírios na parte de trás de um caminhão depois de cruzar para a Turquia a partir da cidade fronteiriça síria de Kobani


"Podemos ouvir o barulho dos confrontos na rua", disse Parwer Ali Mohamed, tradutor do Partido União Democrática (PYD), por telefone, a caminho da Turquia.
O Estado Islâmico, grupo derivado da Al-Qaeda, está tentando conquistar a cidade de Kobani, de maioria curda, e tem intensificado a ofensiva nos últimos dias apesar dos ataques aéreos da coalizão liderada pelos EUA contra alvos militantes com o objetivo de interromper seu avanço.
Mais cedo, o Estado Islâmico hasteou sua bandeira em um edifício no lado leste da cidade síria de Kobani, onde combatentes lutam contra forças curdas para assumir o controle da área, localizada na fronteira da Síria com a Turquia, segundo imagens da televisão da Reuters e de um oficial do Exército turco.
Uma bandeira preta aparentemente pertencente ao grupo é visível no topo de um prédio de quatro andares, perto da cena de alguns dos combates mais intensos nos últimos dias, como se podia ver em imagens de televisão feitas partir da vizinha Turquia.

Um oficial militar turco que não quis dar seu nome disse que a bandeira era a do Estado Islâmico, que se apoderou de amplas porções de território na Síria e no Iraque nos últimos meses.
No domingo, integrantes do grupo extremista mataram a tiros nove civis a quem acusavam de conspirar contra o movimento radical, na província de Nínive, no norte do Iraque. Segundo autoridades locais, as vítimas foram executadas diante de várias testemunhas, em uma estação de ônibus.
Os jihadistas disseram que os acusados foram executados "por serem infiéis e por conspirarem contra o Estado do Califado Islâmico, e por colaborem com o governo iraquiano". Os integrantes do grupo alertaram que todos que conspirarem contra o Estado Islâmico "terão a mesma sorte".
A província iraquiana de Nínive foi tomada em junho passado pelos jihadistas, que afirmam estar em uma guerra santa e proclamaram um califado nos vastos territórios que controlam na Síria e no Iraque.
Hoje uma combatente curda fez um ataque suicida contra uma posição do Estado Islâmico na cidade síria de Kobané. O ataque causou um número ainda não confirmado de mortes.
*Com Reuters e Agência Brasil


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Papa ordena a prisão de ex-arcebispo acusado de pedofilia

Jozef Wesolowski será julgado por abusar sexualmente de crianças na República Dominicana
Papa ordena a prisão de ex-arcebispo acusado de pedofilia
O ex-arcebispo e ex-embaixador da Santa Sé, Jozef Wesolowski, de 66 anos, foi preso nesta terça-feira (23) a mando do Papa Francisco acusado de pedofilia. Este é o primeiro caso de prisão no Vaticano por conta deste crime.
Wesolowski serviu como representante diplomático na Igreja Católica na República Dominicana entre os anos de 2008 e 2013. Ano passado ele voltou a ser chamado ao Vaticano por conta das denúncias feitas no país caribenho acusando-o de abusar sexualmente de crianças.
Destituído do cargo de arcebispo em junho deste ano pelo tribunal do Vaticano, o ex-embaixador passou a viver dentro de um convento na cidade-estado e agora será mantido em prisão domiciliar por conta da sua saúde que está bastante fragilizada.
Segundo o porta-voz do Papa, o padre Federico Lombardi, Francisco ordenou pessoalmente a prisão do acusado para que o caso seja examinado sem atraso. Um julgamento deve acontecer no final do ano no tribunal do Vaticano e, além disso, o ex-arcebispo terá também que se explicar com a Justiça dominicana e da Polônia, onde nasceu. Com informações BBC.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Estado Islâmico lança vídeo game que ensina a matar cristãos e judeus

"Chamas da Guerra" quer estimular a "guerra santa" muçulmana.
Estado Islâmico lança vídeo game que ensina a matar cristãos e judeus
A organização terrorista Estado Islâmico (EI) anunciou a criação de um vídeo game ao estilo Grand Theft Auto, onde os jogadores podem participar da Jihad contra forças americanas e iraquianas.
O EI vem usando as redes sociais com sucesso para divulgar seus ideais e atrair jovens para serem voluntários nos conflitos no Oriente Médio. Esse game é apenas mais uma de suas técnicas de recrutamento. Até o momento, foi divulgado um trailer do jogo cujo nome é “Chamas da Guerra”. O vídeo de apresentação foi postado no Youtube e teve mais de 150 mil visitas em menos de uma semana.
Produzido pela Al Hayat Media Center, pode-se ver a simulação de combate com soldados americanos e iraquianos, além de uma série de explosões.  Seu propósito seria estimular a “guerra santa”, incluindo a morte de cristãos e judeus. O EI afirma que o jogo foi concebido para “levantar o moral dos mujahedin e ensinar crianças e jovens a lutar contra o Ocidente e estimular o terror nos corações daqueles que se opõem ao Estado Islâmico”.
O jogo mostraria ainda as táticas militares da organização. Toda vez que um inimigo é morto, ouve-se “Allahu Akbar”, que significa “Deus é grande”. Em uma das últimas cenas, um atirador dispara na cabeça de um inimigo enquanto ele se ajoelha para cuidar de um companheiro ferido. As cenas remetem à crueldade pela qual é conhecida a organização terrorista.
Obviamente, o EI aparece vencendo todas as batalhas. Segundo as primeiras informações, o jogo poderá ser baixado gratuitamente, mas ainda não há uma data para o lançamento oficial.
Aos que acreditam que possa ser “apenas um jogo”, Jay Caspian Kang do The New Yorker escreve que durante a última década, o Exército dos EUA usou um videogame multiplayer online chamado “Exército dos Estados Unidos” como uma técnica de recrutamento. Segundo o jornalista, de fato houve um aumento no alistamento entre os jovens que o jogaram. Com informações de Christian Post

Geraldo Alckmin é multado por fazer propaganda eleitoral em igrejas

A lei eleitoral proíbe a divulgação de candidatos em templos religiosos
Geraldo Alckmin é multado por fazer propaganda eleitoral em igrejasO juiz Cauduro Padin do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) multou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) por propaganda eleitoral em templos religiosos.
O candidato à reeleição esteve visitando algumas igrejas evangélicas para pedir apoio.
A decisão do TRE-SP é fruto de uma ação movida pela coligação do candidato do PMDB, Paulo Skaf, que usou reportagens da Folha de São Paulo sobre as visitas de Alckmin nas igrejas.
Uma das reportagens que fazem parte do processo contra o governador falava sobre a participação do candidato em um culto da Comunidade Sara Nossa Terra no mês de julho. A segunda reportagem foi divulgada na semana passada quando Alckmin esteve na Igreja El Shaddai, associada ao Ministério Internacional da Restauração (MIR). O tucano falou diante de 400 pastores pedindo oração pela sua candidatura e falando sobre o trabalho que as igrejas evangélicas realizam com os usuários de drogas.
As fotografias tiradas nessas visitas foram decisivas para que o juiz do TRE multasse o candidato a pagar uma multa de R$ 4.000, já que durante os eventos ele teve a oportunidade de pegar o microfone e falar com o público.
“O discurso, embora em tom religioso, mas subliminarmente político, visa a empatia dos presentes”, disse Cauduro Padin em sua decisão emitida nesta quarta-feira (17). “Em outras palavras, se fazer visto de agradar esse nicho de eleitores. Daí o destaque da sua figura, a ida ao altar e o discurso envolvente ao lado dos pastores com exaltação”, concluiu. Com informações da Folha de SP

350 cristãos são mortos em uma semana na África

Boko Haram continua espalhando terror entre cristãos na Nigéria
O que o Estado Islâmico tem feito no Oriente Médio, o Boko Haram está fazendo na África, afirmou o pastor Samuel Dali. As conquistas territoriais recentes do grupo muçulmanos no nordeste da Nigéria, indica que o governo não sabe como pará-los.
Dali é presidente da Igreja dos Irmãos na Nigéria. Em entrevista ao World Watch Monitor contou como milhares de cristãos estão fugindo para Camarões para sobreviver.
Na semana passada, cerca de 350 cristãos foram assassinados, além do fechamento de um Instituto Bíblico e de muitas igrejas. Para Dali e outros líderes cristãos, a imposição da sharia (lei islâmica) poderá gerar muitas outras mortes no país com o maior número de evangélicos do continente africano.
Os guerrilheiros do Boko Haram tomaram as regiões de Borno e Adamawa pouco tempo depois do seu líder Abubakar Shekau avisar que estava estabelecendo um califado islâmico na Nigéria.
As Nações Unidas divulgaram recentemente que cerca de 1,5 milhão de nigerianos já abandonaram suas casas devido aos ataques de Boko Haram. Seu alvo preferido são os cristãos, que em geral recebem a “oportunidade” de se converter ao islamismo e passar a lutar juntamente com eles. Os que se recusam são assassinados e suas casas são saqueadas e queimadas. Em alguns casos, suas mulheres e filhos são sequestrados.
A situação nas regiões do nordeste da Nigéria é calamitosa. Nas últimas semanas, milhares de pessoas fugiram para a casa de parentes em outras regiões do país. Há notícias de que o Boko Haram pretende tomar a capital e destituir o presidente Goodluck Jonathan, que é cristão.
O governo nigeriano declarou estado de emergência em três estados do norte: Adamawa, Borno e Yobe. O Dr. Bitrus Pogu, um importante líder em Chibok acredita que em breve “a lei islâmica governará toda a Nigéria”. Oficialmente, metade da população é muçulmana, 40% são cristãos e os restantes são animistas.Com informações de Christian Headlines e World Watch Monitor
fonte http://noticias.gospelprime.com.br/

quinta-feira, 18 de setembro de 2014



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Mais uma vez o Governador Cid Gomes demonstra compromisso com o povo de Itapajé e da nossa região. O Governo do Estado iniciou nesta segunda-feira, dia 15, as obras de construção da Estrada da Banana, trecho da CE – 243, que interliga os municípios de Itapajé e Uruburetama. A pavimentação em malha asfáltica terá extensão de 21,29 quilômetros e terá custo estimado de R$ 25.644.777,14. Além da estrada principal, serão asfaltados os ramais de acesso aos distritos de Soledade e Santa Cruz. Máquinas e trabalhadores da empresa Terracer Construções S/A, vencedora da concorrência pública, executará as obras, que serão fiscalizadas pelo Departamento Estadual de Rodovias (DER). A Estrada da banana, além de facilitar o escoamento da safra de banana e facilitar o acesse entre Itapajé e Uruburetama, alavancará o potencial turístico da região, repleta de belas paisagens, balneários e bicas naturais. A construção da Estrada da Banana junta-se a outras importantes obras do governo Cid Gomes em Itapajé, como o açude Ipuzinho (já em operação), a adutora do reservatório (com licitação prevista para outubro), a escola técnica profissionalizante (em fase final de construção), etc. Muito embora a cerimônia de ordem de serviço simbólica ainda não tenha ocorrido, governo do estado e empresa executora se apressam para tornar esse pleito de quatro décadas realidade. O prazo para término da obra é de 300 dias.
fonte;http://index.itapaje.ce.gov.br/